Acho que troquei os poucos caracteres do twitter pelo blog. Esta é a constatação depois de ver que já não blogo desde Março, desde que fiz um esforço para twittar. E twitter é sinónimo de blogger preguiçoso. Estamos em tempos que até nos caracteres poupamos.
Mas não abandonarei este caderno/revista de tiragem limitada. Ainda tem muitas páginas em branco para escrever e enquanto eu puder as irei preenchendo uma a uma.
Finalmente tornei me fã do Twitter. Só porque tive 5 min para me registar. É uma alternativa aqueles momentos em que estamos na net e não sabemos muito bem o que fazer ou para onde ir. Incrível como há ideias tão minimalistas simples e estúpidas que resultam. Tenho inveja.
O que vale hoje em dia um identidade na Internet ? Para alguns nada, outros muito e outros como eu acham que até é interessante e não se perde nada: www.jorgereis.net
Só a título informativo, quero partilhar que vou aparecer numa reportagem da RTP no Telejornal deste fim de semana. A reportagem é sobre a contribuição dos Portugueses para o Youtube e dada a minha presença neste, vídeos e músicas que produzo fui convidado a participar. Por isso ontem a RTP teve no meu humilde quarto, sítio onde difundo os vídeos e musicas para o resto do mundo. Espero poder depois partilhar aqui esta minha aparição na TV.
Depois de reparar já há algum tempo ter descoberto que não só não era o único a refugiar-me no quarto a criar musica, compor, cantar, partilhar momentos de intimidade com uma guitarra, mas também ter reparado que existe muita gente pelo mundo fora mas também em Portugal (com pelo menos 2 casos já de dimensões gigantescas na net, Ana Free alvo de reportagem na Sic e Mia Rose que já trabalha num album), decidi criar um site para o efeito, chamado "Músicos de Quarto".
Por existe muito talento escondido por aí é porque o que é bom é para se partilhar e criar um ponto de partilha de conhecimento e divulgação sem qualquer fins profissionais. "Usar" e "abusar da música para realização pessoal e prazer pura e simplesmente.
"Era uma vez um Blog que ri" é uma nova secção desta revista de tiragem limitada a um exemplar. Esta secção "beta" tem como intenção conter conteúdos simplesmente estúpidos que apenas o blog é que ri mesmo.
Há momentos em que tudo pára a nossa volta, queremos fazer um hold still só para enjoar ao máximo o momento, como quando estás agora deitada na minha cama... e observo-te a dormir... mas nenhum hold still é eterno pois não ?
Há blogs de exibicionismo, há blogs de politica, há blogs de tecnologia, há bloguistas que querem criar conteúdo util para a rede, eu sou daqueles que desde o inicio que tenho site crio os conteúdos para mim, aberto para todos mas não importando se tem significado ou não para outros.
Não me interessa se com isso não contribuo para o quer que seja, desde que sinta que contribui para mim. É como se falar sozinho, e ao contrário que muitos pensam, não fosse ser-se maluco, sendo precisamente o contrário, ou seja, ser-se mais maluco não nos ouvirmos a nós próprios.
O tempo passa depressa e esta versão actual do J3.net está quase a fazer um ano. Entretanto fiz algumas alterações recentemente. Coloquei todos os álbuns de fotos do Flickr a aparecer na secção "Fotografia" na animação em flash, categorizei na capa da revista a lista das etiquetas dos assuntos dos posts, e coloquei temporariamente na J3 radio o concerto completo de Laura Pausini em San Siro este verão (mp3 dividido de 5mb em 5mb aleatoriamente).
Queria colocar 2 boxs no index do site (do flickr com as fotos mais recentes, e do mybloglog com avatar do visitantes) mas como o espaço html não é muito ainda não arranjei solução técnica/design.
Entretanto, agora vou é fazer algo fora deste pc...
Apesar de não parecer haver alterações, esta folha de papel teve uma reformulação radical. Antes esta folha de papel era uma "iframe" com uma pagina html com as notas (eram portanto 2 páginas, uma dentro da outra). Sempre soube dos inconvenientes de se usar frames mas a verdade é que atendendo ao conceito do design do site assim tinha de ser. Mas depois de saber que era possível fazer uma tabela com scrollbar meti mãos à obra e procurei reformular tudo acabando com os frames mas mantendo o design tal como estava antes com "iframe". Agora o site está mais simplificado ao nível da estrutura de código e mais Google-friendly. Em consequência foi possível também tornar o site válido para usar os feeds, sendo agora possível subscrever através de aplicações de leitores de notícias ou mesmo email quando é actualizado. Uma espécie de assinatura grátis desta revista.
Depois de muitas horas de raciocínio para desenvolver um "viewer" em flash das fotografias no flickr que se pudesse integrar no site, ou seja, noutro flash movie, finalmente está feita a galeria de fotografias que queria colocar no site (secção Fotografia). Tal só foi possível ao projecto Flapi Viewer, e à ajuda rápida e preciosa dos seus criadores, os quais quero deixar mais uma vez o meu agradecimento.
A 2ª parte do site foi lançada, embora tenha as divisões vazias, sem conteúdo, e tal como quando estamos numa casa vazia acaba de estrear, a nossa voz ecoa. No entanto já é possível abrir a revista, mais entediante de toda a internet :).
A versão completa do jorg3.net continua em desenvolvimento. Para já esta é a capa apenas do site completo final. A ideia será abrir a revista do lado esquerdo com páginas que terão o conteúdo e minha informação pessoal. Portanto o "core" estará nessa 2ª parte que estou a desenvolver em flash offline.
Passou um ano, desde a minha última presença online. "Minha" entenda-se por página pessoal, porque como é lógico nos dias de hoje, passamos quase mais tempo no mundo cibernautico do que no real.
Sendo assim, o conceito do meu espaço online antigo não muda muito. Este, não tem nota positiva para já aos meus olhos, mas encaro-o como uma versão "beta". Isto não será por mim visto como um blog. O conceito blog desenvolveu para mim uma conotação demasiado banal e negativa nos últimos tempos. Se há 2 anos e tal considerava-o como um blog e eu como bloguista, agora vejo este site apenas e essencialmente como uma presença institucional da minha pessoa.